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Últimas Notícias da ‘Telexfree’, quinta-feira 23/04/2015

TelexFREE Urgente: Advogado denuncia suposto confisco do dinheiro bloqueado

 

“Estão de olho nos depósitos judiciais da Telexfree. Os passos já foram dados”.

Após a redação do acrealerta noticiar com exclusividade acerca da movimentação do montante milionário da empresa TelexFREE, que encontra-se bloqueado pela Justiça do Acre, uma nova denúncia foi feita na segunda-feira (20), desta vez por um advogado do Acre, Dr. Ednei Muniz.

O advogado fez um alerta em seu perfil no Facebook, dando conta de um suposto confisco do dinheiro da empresa que encontra-se bloqueado pela justiça acreana, pelo governo do Acre.

“O governo do Sebastião (Viana) está vendendo o almoço pra pagar a janta. Só por milagre não teremos atraso no pagamento dos servidores. Estão de olho nos depósitos judiciais da Telexfree. R$ 600 milhões. Os passos já foram dados”, denunciou Dr. Ednei Muniz.

News AdnTv: Últimas Notícias da ‘TelexFree’ de hoje, terça-feira 19/11/2013

TELEX-FREE

“Investi quase R$300 mil”, contou o divulgador da Telexfree Jailson Lira, enquanto esperava a chegada do diretor da empresa Carlos Costa, ao Acre, nesta quarta-feira (13). Ele era uma das centenas de investidores que foram ao Aeroporto Internacional Plácido de Castro, em Rio Branco, para receber a comitiva que veio ao estado para acompanhar a audiência de conciliação entre os advogados da empresa e o Ministério Público do Acre (MP-AC), na quinta-feira (14).

Lira disse ter esperança que as atividades da empresa, bloqueadas desde junho de 2013, sejam liberadas logo. Assim, como muitos divulgadores, ele repete como um mantra que a empresa realizou ‘sonhos’ de muitas pessoas e que é um projeto ‘grandioso’ presente em vários países.

“Não tenho dúvida [que a empresa seja liberada]. É uma empresa que tem realizado sonhos de muitos divulgadores. O Brasil se tornou pequeno, hoje ela está em mais 171 países pelo mundo. Hoje minha confiança dobrou, antes eu confiava pelo que fez principalmente em minha família. Agora é uma certeza que quem trabalha faz com que ela cresça e vai ter sucesso”, diz.

Jailson telex acre  (Foto: Rayssa Natani/G1)

Jailson acredita que liberação das atividades da empresa está próxima (Foto: Rayssa Natani/G1)

O homem acredita ainda que problemas como o da Telexfree devem ser resolvidos com a regulamentação das empresas de marketing multinível no país. Ele pede ainda que outros divulgadores não percam a esperança de ver a empresa novamente. “Não é legalizado, mas com certeza o país vai rever isso aí e muita coisa vai mudar”, conclui.

Centenas de investidores da Telexfree recebem, no Aeroporto Internacional de Rio Branco (AC), o diretor da empresa, Carlos Costa. Um dos principais acionistas da Telexfree, ele está no Acre para acompanhar audiência de conciliação na Justiça. (Foto: Odair Leal/Folhapress)

Centenas de investidores da Telexfree recebem, no Aeroporto Internacional de Rio Branco (AC), o diretor da empresa, Carlos Costa. Um dos principais acionistas da Telexfree, ele está no Acre para acompanhar audiência de conciliação na Justiça. (Foto: Odair Leal/Folhapress)

Audiência
Um dos principais acionistas da Ympactus Comercial LTDA, razão social da empresa conhecida como Telexfree, o empresário Carlos Costa chegou ao Acre, nesta quarta-feira (13), para participar de uma audiência de conciliação a ser realizada pela 2ª Vara Cível no Fórum Barão do Rio Branco. Com ele vieram, além dos advogados da empresa, líderes de diversos grupos da Telexfree no país.

Ao sair da sala de desembarque, o diretor foi ovacionado pelos divulgadores locais que o esperavam no saguão. Costa considerou sua chegada ao Acre como um bom sinal para a empresa, impedida pela Justiça de operar desde o último dia 18 de junho. “É uma vitória”, comentou.

Entenda o caso
A Telexfree está impedida de realizar pagamentos e cadastros de divulgadores, como são chamadas as pessoas que investem na Telexfree, desde o dia 18 de junho de 2013. A empresa é acusada pelo MP-AC de realizar um esquema de pirâmide financeira sob o disfarce de empresa de marketing multinível.

O bloqueio às atividades causou descontentamento e alguns dos divulgadores realizaram diversas manifestações de protesto em todo o país. No Acre, eles chegaram a fechar as pontes que ligam o primeiro ao segundo distrito da capital, Rio Branco.

Nos meses seguintes ao bloqueio, os advogados da Telexfree entraram com uma série de recursos na Justiça acreana pedindo a liberação das atividades. Todos, no entanto, foram negados.

No final de setembro, a desembargadora do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) Cezarinete Angelim, deferiu o pedido para que o caso fosse analisado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF).

Com o intuito de dar preferência à Ação Civil Pública que está sendo movida pelo Ministério Público do Acre, a juíza Thaís Borges, tem indeferido os pedidos individuais de ressarcimento que estão sendo movidos por diversos divulgadores.

A juíza ainda indeferiu o pedido de inversão do ônus da prova, que havia sido feito pelo Ministério Público. Dessa forma, o MP-AC é que terá que apresentar provas de que a Telexfree funcionaria como esquema de pirâmide.

A última decisão da magistrada tomada na última sexta-feira (18) foi de liberar parte do dinheiro da empresa Telexfree, para que sejam pagas parcelas da construção de um hotel no Rio de Janeiro de posse da empresa. A quantia liberada não foi revelada.

G1

News AdnTv: Últimas Notícias da ‘TelexFree’ de hoje, segunda-feira 11/11/2013

TELEX-FREE

De acordo com nota divulgada pela Câmara dos Deputados nesta quinta-feira, o advogado André Andrade, representante da Telexfree, disse aos deputados da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) que no Acre houve uma publicidade exagerada de lucros excessivos para quem entrasse como vendedor da empresa, o que poderia dar a impressão de pirâmide financeira. Contudo, segundo a nota, o advogado afirmou que a empresa condena essa prática.

Andrade afirmou à comissão que a Telexfree ganha dinheiro com mensalidades do serviço de voz pela internet, e não com taxas de adesão, além de informar que a empresa tem patrimônio de R$ 72 milhões, registrados em seu nome.

Entenda
A Justiça do Acre impediu em junho a atividade da TelexFree sob pena de R$ 100 mil a título de multa por nova adesão por considerar que a empresa atuava com o intuito de formar uma pirâmide financeira.

No início de julho, os advogados da empresa levaram o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) na tentativa de derrubar a liminar, mas o STJ decidiu que ainda falta esgotar a instância judicial local para que o STJ possa avaliar qualquer medida urgente relativa ao caso.

A empresa alega que a atividade não é “pirâmide financeira”, mas sim marketing de rede, fato que o STJ não pode avaliar no processo porque envolve análise de circunstâncias factuais. De acordo com a medida cautelar pedida pela empresa, a TelexFree atua desde 2012 e tem alto grau de satisfação entre usuários e divulgadores. Para a empresa, a ação civil pública movida pelo Ministério Público do Acre seria com base em “ocorrências isoladas” registradas no Procon local. A medida cautelar impediria “grave dano”, como a quebra da empresa.

Segundo o Ministério da Justiça, a empresa estaria ofendendo os princípios básicos do Código de Defesa do Consumidor, como o dever de transparência e boa-fé nas relações de consumo, além de veiculação de publicidade enganosa e abusiva. Caso seja confirmada a violação aos direitos e garantias previstos no Código de Defesa do Consumidor, a empresa poderá ser multada em cerca de R$ 6 milhões.

Últimas Notícias da ‘Telexfree’ de Hoje, Quarta-feira, 31/07/2013

A Secretaria Nacional do Consumidor, a Polícia Civil, o Ministério Público e o Ministério da Justiça apuram denúncias contra a Telexfree (Ympactus Comercial LTDA), que tem sede no Espírito Santo, que apontam suspeitas de formação de pirâmide financeira. A prática é considerada crime contra a economia popular. Por uma decisão da Justiça do Acre, a empresa está com os bens e valores bloqueados e impedida de operar em todo o Brasil desde o dia 18 de junho.

O divulgador, que pediu para não ser identificado, contou que entrou no negócio após ter sido insistentemente convidado por um colega de trabalho. Ele contou que se sentiu lesado. “Mesmo sabendo que poderia ter esse risco, eu tentei entrar de cabeça. Já fui chamado em janeiro, em fevereiro, mas pelo receio por causa das investigações, eu não quis entrar. Só entrei pela convocação desse rapaz. Vi a possibilidade de ter um dinheiro a mais. Já tenho o meu salário, mas queria um dinheiro a mais”, disse ao Jornal A Gazeta.

Após o bloqueio das contas da Telexfree, o advogado voltou a procurar o colega que o convenceu a entrar no negócio.  “Ele disse que eu poderia ficar tranquilo, que tudo ia dar certo. Mas sou advogado e sabia que não ia ter solução. Então logo depois entrei com a ação”, completou, segundo o jornal.

O pedido à Justiça foi feito no dia 4 de julho, no Juizado Especial Cível de Cariacica, e deferido no dia seguinte. Segundo o documento, “os fatos narrados na inicial são de conhecimento público e notório: os consumidores que contrataram a requerida não estão sendo restituídos, na forma contratada. Esse fato, por si só, autoriza o provimento jurisdicional pretendido, ante os princípios que protegem o consumidor em Juízo”.

IG

Últimas Notícias da ‘Telexfree’ de Hoje, Segunda, 29/07/2013

Um advogado do Espírito Santo, divulgador da Telexfree, teve uma liminar concedida pela Justiça para reaver a quantia que investiu na empresa, segundo reportagem do Jornal A Gazeta desta quinta-feira (25). O advogado de 30 anos teria gasto cerca de R$5,8 mil em duas contas da empresa. O advogado da Telexfree, Horst Fouchs, não quis comentar o assunto.

A Secretaria Nacional do Consumidor, a Polícia Civil, o Ministério Público e o Ministério da Justiça apuram denúncias contra a Telexfree (Ympactus Comercial LTDA), que tem sede no Espírito Santo, que apontam suspeitas de formação de pirâmide financeira. A prática é considerada crime contra a economia popular. Por uma decisão da Justiça do Acre, a empresa está com os bens e valores bloqueados e impedida de operar em todo o Brasil desde o dia 18 de junho.

O divulgador, que pediu para não ser identificado, contou que entrou no negócio após ter sido insistentemente convidado por um colega de trabalho. Ele contou que se sentiu lesado. “Mesmo sabendo que poderia ter esse risco, eu tentei entrar de cabeça. Já fui chamado em janeiro, em fevereiro, mas pelo receio por causa das investigações, eu não quis entrar. Só entrei pela convocação desse rapaz. Vi a possibilidade de ter um dinheiro a mais. Já tenho o meu salário, mas queria um dinheiro a mais”, disse ao Jornal A Gazeta.

Após o bloqueio das contas da Telexfree, o advogado voltou a procurar o colega que o convenceu a entrar no negócio.  “Ele disse que eu poderia ficar tranquilo, que tudo ia dar certo. Mas sou advogado e sabia que não ia ter solução. Então logo depois entrei com a ação”, completou, segundo o jornal.

O pedido à Justiça foi feito no dia 4 de julho, no Juizado Especial Cível de Cariacica, e deferido no dia seguinte. Segundo o documento, “os fatos narrados na inicial são de conhecimento público e notório: os consumidores que contrataram a requerida não estão sendo restituídos, na forma contratada. Esse fato, por si só, autoriza o provimento jurisdicional pretendido, ante os princípios que protegem o consumidor em Juízo”.

Últimas Notícias da TelexFree de hoje Quinta-Feira, (25/07/2013)

A Telexfree foi condenada em 1ª instância a pagar R$ 101.574 investidos pelo divulgador Samir Badra Dib, de Rondonópolis (MT). O dinheiro deverá ser transferido para uma conta da Justiça de Mato Grosso, onde vai ficar até o processo terminar.

A decisão abre um importante precedente, pois há milhares de pessoas com verbas bloqueadas nas contas da empresa, que foram congeladas pela Justiça do Acre há pouco mais de um mês. Com a decisão, Dib tem mais chances de conseguir receber o dinheiro de volta e mais rápido.

“O Direito não socorre quem dorme”, diz Dib, que é advogado, ao iG.

iG

Últimas Notícias da ‘Telexfree’ de Hoje, quarta-feira, 24/07/2013

A Ympactus Comercial Ltda, empresa de marketing multinível Telexfree, está sendo processada na Justiça do Acre por divulgadores. Entre os dias 4 e 18 de julho, foram registrados pelo menos seis processos no Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC). Entre outras situações, reivindicam rescisão de contrato, devolução de dinheiro e antecipação de tutela. Os valores das ações, somadas, chegam a R$ 257.764,41.

Um dos processos, que tinha como valor da ação R$ 10 mil, já foi julgado pelo TJ-AC e teve a petição inicial indeferida ‘sem análise do mérito’, de acordo com informações dispostas no portal eletrônico do TJ-AC.

A Telexfree já é alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPE-AC), que resultou, no dia 18 de junho deste ano, na decisão da Justiça acreana de bloquear os pagamentos e a adesão de novos contratos ao empreendimento até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

De acordo com a assessoria do TJ-AC, as datas para julgamento das ações em andamento ainda não estão confirmadas.

Procurado para falar sobre o assunto, um dos advogados da Telexfree no Acre, Alexandro Teixeira, afirma que a empresa ainda não foi citada para manifestar-se sobre os processos.

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