Clichê Adolescente 3 – Último Capítulo

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA

DIREÇÃO DE VINNY LOPES

228 - Cópia - Cópia (6)

CENA 01 – TRÂNSITO – EXT. – MADRUGADA

Dentro do carro, Paco dirige às pressas. Karla grita dentro do carro e Jaciane, ao seu lado, lhe ameaça com a arma.

Karla: (Chorando) Pelo amor de Deus, sua maluca. Para esse carro! – Diz sob a mira da arma.

Jaciane: Você pega agora seu celular, e liga pro Dado. Manda ele ir para o endereço que eu te falei, tá? Rápido!

Nervosa, Karla pega o celular e manda uma mensagem para o amado. Jaciane confere e em seguida joga o celular pela janela.

Paco: (Nervoso) Isso é arriscado, Jaciane. A mãe dessa enjoada, sabe pra onde a gente está indo. E se ela chamar a polícia?

Jaciane: Ela não vai chamar a polícia! Ela sabia de todo plano, e concordou.

Paco: Mas não sabia que estávamos armados. E muito menos, que íamos sequestrar a filha dela.

Jaciane: Agora não tem o que fazer. Para de falar, e acelera. ACELERA!

Apreensivo, Paco pisa no freio e o carro segue em alta velociades, driblando vários carros e fazendo ultrapassagens perigosas. Karla nervosa. Só sabe chorar e pensar, como sairá dessa.

 

CENA 02 – GALPÃO ABANDONADO – INT.

Dado já está no local onde Karla lhe mandou ir. Agoniado com a demora da amada, ele caminha de um lado para o outro nervoso. Ao virar-se, Dado dá de cara com Karla sob a mira da arma de Jaciane. Paco ao lado.

Dado: Ué, mas que palhaçada é essa?

Jaciane: Realmente é uma palhaçada mesmo, Dado. Você nadou, nadou… Pra morrer na praia!

Dado: O que você tá fazendo, sua maluca? Solta a Karla agora! – Diz correndo até a moça.

Paco: Nem, mas um passo, cara! – Diz levantando a arma em direção a Dado – Se vier até aqui, leva chumbo. E essa patricinha também.

Jaciane: Isso mesmo, Dadozinho. Controle seu frisson masculino. Não se podem ganhar todas. E essa literalmente você já perdeu! (T) Paco, prende ele. RÁPIDO!

Paco se aproxima de Dado, mas é surpreendido por um chute do bandido, que lhe faz derrubar a arma. Enquanto segura Karla, Jaciane se prepara para atirar. Paco e Dado se embolam no chão, tentando pegarem a arma. Jaciane mira a arma em direção a Dado, quando se vê na mira de outra arma.

Polícia: Parada aí! A senhora está presa! – Diz um policial, ao colocar a arma na cabeça de Jaciane.

A dondoca se vira e solta Karla. Ela se rende, levantando as duas mãos.

Jaciane: Calma, não é nada disso que os senhores estão pensando. O único bandido, é aquele ali – Diz apontando pra trás, mas se surpreende ao não ver mas Dado e nem Paco.

Polícia: Ele quem minha senhora? Não estou vendo mais ninguém aqui, a não ser você essa jovem.

Karla chora. Fraca, ela não consegue se levantar, e ainda não consegue se dá conta do que está acontecendo. Jaciane é algemada, e fica sem entender o que aconteceu.

Jaciane: Mas eu juro. Não éramos só nós duas. Tinha mais gente aqui.

Polícia: Bom, isso você explica na delegacia. Podem levar! – Diz dando ordem aos outros policiais.

Jaciane é levada. Karla também é levada para ambulância, que vão embora com suas respectivas sirenes ligadas.

 

CENA 03 – HOSPITAL DOM REAL – INT. – SALA DE INTERNAÇÃO – DIA SEGUINTE – MANHÃ

Karla está deitada. Luma ao seu lado, de mãos dadas coma a filha.

Karla: (Chorando) Eu vi mãe. O Dado fez de tudo pra me defender. Ele brigou com o Paco e os dois se embolaram no chão. Só que os dois sumiram, mãe. Eles sumiram. E agora, onde será que está meu malandrinho?

Luma: Minha filha esquece esse bandido. Ele já trouxe desgraça demais para sua vida. Foi eu que denunciei aqueles dois para polícia. Parece que não adiantou de tudo, mas pelo o menos a Jaciane, eles conseguiram pegar.

Karla: (Chorando) Mãe, me deixa sozinha, por favor?

Luma sai. Karla continua chorando, e lembra todos os momentos que passou ao lado de seu amor. Um amor bandido que lhe trouxe feliciade, mesmo que em ritimo de filme de ação. O médico entra no quarto.

Médico: Com licença, mocinha. Tem um cara aí querendo falar com você. Vai querer receber?

Karla: Cara? Que cara?

Médico: Ele disse que se chama Dilson. Mas é conhecido como Dado. Conhece?

Karla: Dado? – Diz com brilhos nos olhos – Claro doutor. Manda entrar, manda.

O médico chama Dado, que entra todo sujo, mas consegue fazer Karla sorrir.

Dado: Maluquinha – Diz ao abraça-la.

Karla: Meu amor, meu malandro, meu tudo. Onde é que você tava, seu maluco? Eu pensei que tinha te perdido. Não iria aguentar viver sem você – Diz com emoção abraçando, e beijando Dado.

Dado: Eu fugir, Karla. Se eu ficasse alí, as polícias iriam me prender também. Só que o Paco também correu e a gente acabou brigando no matagal que tinha atrás do galpão.

Karla: Mas e aí, meu amor. O que você?

Dado: Eu fiz o que melhor pra nós dois. Não dá pra falar aqui, e tem mais, minha maluca. Se você quiser ficar comigo, vamos ter que fugir. Se eu continuar aqui no Rio, vão acabar me achando mais cedo ou mais tarde.

Karla: Mas fugir pra onde, Dado?

Dado: Não sei. Pra qualquer lugar. Só não podemos viajar do modo tradicional. Você aluga um jatinho particular, e a gente vai junto. Pra algum lugar, pra onde você quiser. E só assim a gente pode começar do zero e vivermos nossa vida. Se você não topar, eu vou ter que fugir do mesmo jeito, mas infelizmente nunca mais a gente vai se ver.

Karla: Não, isso não! Eu fujo, meu amor. Eu fujo com você! – Diz beijando o amado – Eu vou até o fim do mundo pra ficar do teu lado, meu malandro. Eu me apaixonei por você, não importa o que você seja, você me deu amor. Não adianta eu dizer que não, se meu coração grita pelo sim. É você que eu quero, e é com você ficar. Com você!

Dado e Karla voltam a se beijar com paixão. Ele sai, e promete esperar a amada até ela sair, para juntos poderem planejar a fulga, e fugir.

 

ALGUMAS SEMANAS DEPOIS…

 

 

CENA 04 – CASA DE VITOR – QUARTO – NOITE

Vitor: Vai desgraçada, Chupa! CHUPA! – Diz obrigando Isadora a lhe fazer sexo oral.

Isadora: (Chorando) Não, não. Pelo amor de Deus, Vitor. Para por favor – Diz enquanto está no chão, algemadas por várias correntes.

Vitor: CALA BOCA! – Diz e lhe dá um tapa – Eu não mandei você falar, mandei?

Isadora: Você é um doente!

Vitor: Doente, mas tenho você. E você vai ser sempre minha, Isadora. Tá ouvindo? Minha! E vai ser pra sempre!

Isadora chora, e grita de raiva. Um grito forte que gera pena, mas que serve de lição, porque a vida é assim, e nem todos conseguem se dá bem no final.

 

CENA 05 – CASA DE MIRELY – SALA

Mirely abre a porta e dá de cara com seu ex-marido.

Mirely: O que você está fazendo aqui?

César: Vim ver você. E o meu filho também.

Mirely: Você muito bem que o Gedeon não mora mais nessa casa. E quanto a mim, eu estou muito bem sozinha, César. Muito melhor do que quando estava casada com você.

César: Eu também estou bem. Tô morando aí na casa de uma gata rica. A gente se dá muito bem.

Mirely: Hum…Era só isso? Então passe bem e até mais! – Diz batendo a porta na cara dele.

Ela volta para seu quarto e deita na cama. Agarrando um garoto com o qual, ela está tendo um rolo.

Mirely: Pronto, meu bebê. Agora ninguém não nos incomodam mais – Diz voltando a garrar o novinho.

 

CENA 06 – FACULDADE FUTURO CERTO – PÁTIO – DIA SEGUINTE – MANHÃ

É o dia da formatura. Um grande palanque está no pátio. Os formandos Isadora, Cristiano, André, Drica e Vivian sobem ao palco, no qual do alto, observa seus respectivos familiares emocionados. Cristiano grita que ama seu amor e no fim, todos jogam seus chapéus para o alto. André desce animado e vai abraçar Marcos e seu irmão, Adriano:

Adriano: Parabéns, maninho. Você é o cara!

Marcos: Fico muito feliz por você, meu amigo. Você merece!

André: Obrigado gente. Vocês são minha família agora. Obrigado por ser esse irmão maravilhoso que você é, Adriano. E você Marcos, valeu por tudo. Você é um parceirão!

Marcos: Você que é um iluminado, cara. Sua luz brilha aonde você passa. Tu arrasou na faculdade, arrasou na escola de música. É fera! Agora só falta eu ver você como um grande violinista.

André: E vai ver, Marcos. Está cada vez mas perto. E você, tem mérito nisso. Se não fosse sua ajuda, eu nem sei o que seria.

Os três se abraçam felizes e pulam no meio do povão. Em seguida, o som é ligado e a festa começa na maior animação.

DIAS DEPOIS…

 

CENA 07 – MANSÃO GARCIA – JARDIM – DIA

Magali e Cristiano estão casando em uma cerimônia simples e simbólica. Depois de casados, Luma cumprimenta o filho e a nora:

Luma: Espero que faça meu filho feliz, viu? (RISOS) Apesar de não concordar com esse casamento. O importante é sua felicidade.

Magali: Pode deixar, minha sogra. Eu amo esse modelo metido aqui – Diz e da um beijo nele.

Luma: Eu só queria que a sua irmã estivesse aqui também. Só Deus sabe onde ela possa está.

Cristiano: Fica tranquila, mãe. A Karla sabe se virar. Logo, logo ela manda algum recado avisando que está bem.

Zildo e Luara se beijam e conversam com Alas e Drica e com Vivian e Atanael, que também assumem um namoro:

Zildo: A Luara foi feita pra mim. Quando eu a vi, eu disse: Essa gata tem que ser minha. A gente tem os mesmos gostos, as mesmas manias. É perfeito!

Luara: Exageraaaado!

Alas: Mania de maluco, isso sim! – Diz dando risada.

Drica: Pois o senhorito, também vive enchendo a casa de incenso.

Alas: Foi influência do Zildo, amor. Foi tudo culpa dele. Ainda bem que me afastei desse cara.

Vivian: E eu, gente. Que me apaixonei por esse bocó aqui. O estagiário da faculdade!

Atanael: Mas que fique claro que eu não tive mérito nenhum na formação dela. A Vivian é muito sabida. E ah, eu posso ser até um bocó, mas eu sei que tu me ama desse jeito – Diz e beija-a.

Todos riem.

 

CENA 08 – ANGRA DOS REIS – PRAIA

Karla e Dado se beijam enquanto tomam banho de mar. Um beijo molhado e apaixonado. Felizes, o casal sai do mar e cai na areia.

Dado: Ai que coisa boa é essa sensação de ser livre, e de está aqui junto com você.

Karla: E vamos ficar aqui pra sempre, meu amor sempre. Minha mãe não tem casa aqui em angra. Ela não gosta. E já, eu mando uma mensagem dizendo que estou morando com alguma amiga, e pronto, ela manda mais dinheiro.

Dado: Sua maluquinha. (Risos) Acho que foi por isso que a gente deu tão certo.

Karla: (Riso) Pois é. Aí quando a gente quiser viajar, a gente vai. Passeia por onde a gente quiser com o meu jatinho particular como dos pássaros livres. E assim a gente vai vivendo meu amor.

Dado: Ai, ai. Só você mesmo pra topar levar essa vida de fugitiva ao meu lado.

Karla: Pra ficar ao teu lado, eu viveria até no Iraque. No meio daquela guerra toda, daquele fogo, daqueles tiros. E sabe por quê? Porque eu te amo, meu malandro. EU TE AMOOOOOOOO – Diz gritando alto.

Karla e Dado voltam a se beijar, e se embolam nas areias da praia. Ela não se arrepende de nada. Eles são assim, e são felizes desse jeito, sem precisarem mudar. Porque são incorretos, mas se amam, e o amor está alcance de todas as pessoas. Não importa seu modo de pensar, e muito menos suas maneiras de agir. Porque quando o amor bate a porta do coração, elas só pensam em ser felizes. E não uma felicidade da maneira que a sociedade quer, mas sim do jeito que cada um escolhe. Errando ou acertando? Não importa! Só vivem como querem, e isso basta!

 

#FIM

CA3

CORTA PARA:

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Clichê Adolescente 3 – Penúltimo Capítulo

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA

DIREÇÃO DE VINNY LOPES

228 - Cópia - Cópia (6)

CENA 01 – MANSÃO GARCIA – SALA – NOITE

Luma está tomando um vinho. Sentada elegantemente na maior tranquilidade. Karla chega rapidamente e vai direto subindo as escadas em direção ao quarto:

Luma: Epa! Volta aqui minha filha. Aonde você pensa que vai?

Karla volta, e se direciona a mãe.

Karla: Mãe, eu tô muito cansada. Tive um dia cheio hoje, tá? Só quero dormi.

Nesse momento, Paco, que estava atrás de uma curtinda, puxa karla e lhe coloca uma mordaça na boca. Pêga de surpresa, ela se bate e começa enquanto olha pra mãe.

Luma: Calma, minha filha, calma. É para o seu bem!

Karla olha fundo nos olhos da mãe, sem entender. E fica surpresa quando ver Jaciane, surgir também no local.

Jaciane: Confortável aí, Karla? Eu sei que você adora falar. Mas ouvir os outros, é muito bom também! Segura ela, Paco. Porque agora, é eu e você! – Diz ao se aproximar da jovem.

Tentando se soltar, Karla se mexe raivosa, e Paco lhe segura mais forte:

Jaciane: Você achou que ia se dá bem, não é? Que iria tirar o Dado da cadeia, e ficar passeando com ele por aí, como se nada tivesse acontecido. Doce ilusão! Eu não esqueci nada do que aquele desgraçado me fez, e só esquecerei quando ele pagar por tudo que fez.

Luma: Pela a amor de Deus, gente. Tira pelo o menos a mordaça da boca dela. Não precisa disso.

Jaciane faz sinal para Paco tirar, e ele retira a mordaça da boca da jovem.

Karla: Mas que palhaçada é essa? Mãe, como é que a senhora permite uma coisa dessas?

Luma: É para o seu bem, minha filha. Você me enganou! Disse que não se encontrava mais com aquele bandido, mas mentiu.

Karla: Mas eu amo ele, mãe. A senhora não deve saber o que é amor, né? Nem o meu pai, deve ter amado.

Jaciane: Pelo amor de Deus, isso não é hora para esses assuntos! Olha aqui Karla, o que eu quero de você, é simples: Me diga AGORA onde é que o Dado está escondido?

Karla: E se eu não dizer vai acontecer o que?

Jaciane dá um sorriso ciníco e em seguida, tira uma arma da bolsa, apontando para Karla. Luma fica estática.

Jaciane: Isso! É isso que vai acontecer se você não colaborar, queridinha.

Luma: Mas o que é isso? Vocês não me disseram que estavam armados.

Jaciane: Tem coisas que é melhor ficar em sigilo, minha querida. Paco, pode levar a chata.

Luma: Não! Vocês não vão levar ninguém!

Jaciane: Cala a boca! Se não quiser ir junto – Diz ao apontar a arma para socialite.

Karla grita. Paco lhe coloca a mordaça novamente e a leva. Jaciane vai andando devagar até a porta com a mira da arma apontada para Luma. Em seguida, vai embora. Desesperada, Luma começa a gritar os empregados:

Luma: Liga pra polícia! LIGA PRA POLÍCIA, PELO AMOR DE DEUS! Aqueles dois levaram minha filha. Como eu fui burra, burra – Diz enquanto se estapeia.

As empregadas correm em direção ao telefone, atendendo ao pedido da patroa.

 

CENA 02 – RUA – EXT.

Isadora continua andando pelas ruas sem direção. Carros passam, e a noite fica cada vez mais fria. Cansada, ela resolve sentar em uma calçada e ali de cabeça baixa, começa a chorar debruçada sobre os joelhos. Nesse momento, um carro buzina e para próximo a moça que lhe pergunta o preço do programa. Ao olhar em direção ao motorista, Isadora tem um grande surpresa: É seu primo!

Vitor: Prima? – Diz surpreso – Não sabia que tu tinha entrado nessa vida. Saiu da minha casa, pra isso? Foi esse o trabalho que você arranjou?

Isadora: Vai embora, Vitor. Você não sabe de nada. E nem eu vou te contar! – Diz levantando-se, indo embora dalí.

Vitor sai do carro, e pega Isadora pelo braço.

Vitor: Espera aí, priminha. Tu pode querer não me contar, mas dá pra perceber que não está numa boa situação. Se não, não estava aqui jogada no meio da rua.

Isadora: Não adianta eu te falar nada. Nunca se imopotou comigo. Não seria agora que se importaria!

Vitor: Aí é que você se engana. Vem passar uma noite comigo. Uma noite, um dia, uma semana…Só que dessa vez eu pago! Eu pago, pra te ter todinha.

Isadora: Nunca! Só se eu estivesse morta!

Vitor: Morta você vai ficar, se continuar no meio da rua. (T) Então, o que me diz?

Isadora pensa. Ela não quer voltar para casa do irmão, mas também sabe que não pode continuar na rua.  Sem muito raciocinar, ela topa.

Isadora: Se não tem outro jeito….

Vitor abre a porta do carro, e mesmo sem muita vontade, Isadora entra. Ele tambem entra e em seguida, acelera.

 

CENA 03 – APARTAMENTO DE CAIO – EXT.

Já com as malas no chão, Caio comemora a ida de seu namorado para o seu apê.

Caio: Meu amor, eu tô tão feliz de você está aqui.

Gedeon: E eu? Estou me sentindo uma criança quando ganha um novo presente. Morrendo de curiosidades de saber como é, de saber como é morar aqui, acordar ao teu lado, viver vários momentos bons, e ruins também, ao lado desse barbudinho aqui, que eu amo (Risos) – Diz e pegando no queixo dele.

Caio: Bobo…Mas me conta, como foi com seus pais? Foi díficil quando você se assumiu?

Gedeon: Ah, nem tanto. Minha mãe não esperava, mas aceitou. O pior foi que meu pai resolveu assumir que tinha um caso com a vadia da empregada bem na hora. Aí minha mãe expulsou eles de casa. Mas eu duvido que meu pai ainda esteja com Isadora.ele se casou com minha mãe, em comunhão total de bens. Ou seja, ele vai sair com algum e não vai querer dividir nada com a vagabunda.

Caio: Ué, mas se ele não queria nada sério com ela, porque abriu mão do casamento dele, assumiu tudo assim, de uma vez?

Gedeon: Eu bem que queria saber. Mas meu pai é imprevisível. Enfim, mas deixar isso pra lá e comemorar a nossa nova vidas juntos que começaremos a partir de hoje.

Caio: Isso mesmo. E eu tenho uma ótima idéia para essa comemoração. (Riso malicioso).

Caio pega Gedeon pela cintura e os dois saem felizes em direção ao quarto. Prontos pra começar dalí, um novo capítulo da vida de ambos. Um capítulo que tem tudo pra ser, de felicidade.

 

CENA 04 – PENSÃO VAGABUNDA – QUARTO

Magali e Cristiano estão deitados na cama, abraçados.

Cristiano: Ai, meu amor. Sabia que mesmo estando aqui, nessa pensão de quinta, eu me sinto mais feliz do que na casa de minha mãe? Pelo o menos aqui eu tô livre. Eu sei que tudo que vou conquistar vai ser com meu suor. E claro, você está aqui do meu lado, né (Risos) – Diz e dá um beijo nela.

Magali: É, eu sei como você está se sentindo, Cristiano. Eu também vou me formar, e seguir minha vida. Não aguento mais dividir a casa com o Zildo e aqueles mantras e insenços dele. Ah, por falar nisso, vi no jornal vários anúncios de emprego que eu acho uma boa opção pra você – Diz pegando o jornal que estava em cima do criado-mudo, ao lado cama.

Cristiano: (Olhando o jornal): Será? Ai não, Magali. Não sei se esses são emprego que estão a minha altura.

Magali: Ah, por favor, né? Meu amor, você tem que encarar de frente essa nova etapa. E não importa como seja, tudo é um aprendizado e vai te ajudar a crescer. Não combinamos de estarmos juntos? Pois então…

Cristiano: É Mag. Você está certa. Amanhã eu vou fazer isso sim. Emprego, me aguarde. Aí vou eu! – Diz fazendo gestos.

Magali agarra o namorados e os dois começam a se beijar.

 

CENA 05 – TRÂNSITO – EXT. – MADRUGADA

Dentro do carro, Paco direge às pressas. Karla grita dentro do carro e Jaciane, ao seu lado, lhe ameaça com a arma.

Karla:  (Chorando) Pelo amor de Deus, sua maluca. Para esse carro! – Diz sob a mira da arma.

Jaciane: Você pega agora seu celular, e liga pro Dado. Manda ele ir para o endereço que eu te falei, tá? Rápido!

Nervosa, Karla pega o celular e manda uma mensagem para o amado. Jaciane confere e em seguida joga o celular pela janela.

Paco: (Nervoso) Isso é arriscado, Jaciane. A mãe dessa enjoada, sabe pra onde a gente está indo. E se ela chamar a polícia?

Jaciane: Ela não vai chamar a polícia! Ela sabia de todo plano, e concordou.

Paco: Mas não sabia que estávamos armados. E muito menos, que íamos sequestrar a filha dela.

Jaciane: Agora não tem o que fazer. Para de falar, e acelera. ACELERA!

Apreensivo, Paco pisa no freio e o carro segue em alta velocidade, driblando vários carros e fazendo ultrapassagens perigosas. Karla nervosa. Só sabe chorar e pensar, como sairá dessa. 

 

CORTA PARA:

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Clichê Adolescente 3 – Antepenúltimo Capítulo

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA 

DIREÇÃO DE VINNY LOPES  

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CENA 01 – MANSÃO GARCIA – SALA DE ESTAR – MANHÃ

Com dor de cabeça, e ainda preocupada com Cristiano, Luma está deitada no sofá. A sirene toca e sua empregada vai atender. Ao se dá conta, percebe a presença de duas pessoas estranhas já no meio de sua sala:

 Luma: Mas o que é isso? Que invasão é essa?

Jaciane: É a senhora que é a socialite Luma Garcia do Amaral?

Luma: Sou eu sim, porque? – Diz ao levantar-se.

Jaciane: É com a senhora mesmo que eu quero falar! Temos um assunto urgente pra tratar com você, e eu acho que é do seu interesse – Diz ela, que está ao lado de Paco.

Luma questiona-se confusa, ainda sem consegui entender o que estava acontecendo.

Luma: Que assunto?

Paco: Bandidagem! A senhora sabe que sua filha está envolvida com um, não é?

Luma: Estava! Mas eu cortei o mal pela raíz. Como o você sabe disso?

Paco: Sou delegado! – Diz e mostra seu cartão.

Jaciane: Desculpe, mas a senhora é muito burra! É lógico que sua filha não deixou de ver  bandido nenhum. Ela simplesmente encontra escondido. Aliás o que faz todos os filhos, quando têm a reprovação dos pais em alguma coisa.

Luma: Como sabe disso? Quem é você, afinal?

Jaciane: Sou ex mulher do malandro, que sua filha está envolvida. Só que além de assaltos, tráficos e outras coisas, aquele desgraçado me iludiu, assim como está iludindo sua filha, me usou! Casou comigo, mas continuava me traíndo. E depois que descobriu que estava grávida, me forçou a tirar a criança pra não atrazar a vida dele.

Luma: Nossa! – Diz chocada, sentando-se no sofá em seguida – Eu não acredito que a Karla, possa estar se envolvendo com um cara desses.

Jaciane: Mas é exatamente por isso que eu lhe procurei. Quero vingança! O que aquele miserável fez comigo é imperdoável! E aí, a senhora fecha com a gente?

Luma: Claro! – Diz apertando a mão de Jaciane – Se é pra tirar um tipo desse da vida de minha filha de uma vez por todas, eu topo tudo!

Jaciane: Ótimo! Então a primeira coisa é o seguinte: Recentemente o Dado foi preso, mas saiu. E consequentemente a Karla sabe onde ele está. Eu e o Paco vamos nos esconder e quando ela chegar aqui, você finge que nada aconteceu… – Continua falando.

CENA 02 – CASA MIRELY – SALA DE ESTAR – TARDE

Mirely está sentada no sofá terminado de arrumando sua pasta de trabalho. César está tomando café da manhã e Isadora próximo a patroa. Nesse instante, Gedeon entra afobado em casa:

Mirely: Quê isso, meu filho. Isso é jeito de chegar? Aconteceu alguma coisa?

Gedeon: Aconteceu sim mãe. O Caio finalmente conseguiu pagar o apartamento dele em copacabana.

Mirely: Mas quem é Caio?

Gedeon: Bom, mãe…Caio, é meu namorado!

César engasga com o café e Mirely se sente surpresa:

Mirely: Como assim, Gedeon? Você está me dizendo que é gay? Mas e aquele papo de namorada bonita no exterior, de pegação geral enquanto estudava. Era mentira?

Gedeon: (QUASE CHORANDO) O que eu podia fazer, mãe? Eu já tinha percebido que você e o papi já tinha sacado o meu jeito e que não ficaram nada contentes. Não queria dá disgosto para vocês. Também tive medo de ir parar na rua se contasse. Mas agora chega! Se vocês não me quiserem mais como filho, se quiserem que eu suma de suas vidas, eu tenho a casa do Caio pra ir. Não fico desamparado.

Mirely chora. Não imaginava ouvir daquilo. No fundo ela já sabia, só não estava preparada pra receber a confirmação naquele momento. César está calado.

Gedeon: Vocês não vão falar nada?

Mirely: Vá, meu filho! Vá viver com seu namorado e seja feliz. Mais não esqueça: sua mãe continuará aqui! Porque não me falou isso antes?

Gedeon se emociona. César toma impulso e resolve falar:

César: Bem…Já que estamos em um momento de revelação, acho que essa é a hora certa de botarmos tudo no seu devido lugar de uma só vez.

Isadora encara César,com medo do que ele possa falar.

César: Mirely, eu e a Isadora estamos tendo um caso! Eu e você, não rola mais. Vou sair dessa casa, junto com ela. pronto, falei!

Mirely: O que? Isso é verdade, Isadora?

Isadora: É…Pior que sim, Dona Mirely. Mas me perdoa, eu não tive cultpa. Aconteceu…Paixão é assim mesmo. Chega sem avisar e a gente não consegue controlar. Mas a verdade, é que eu estou sim apaixonada pela seu marido. E muito!

Mirely: (ABSMADA E UM POUCO SEM AR) Meu Deus! Eu estou chocada. Logo você? Uma bolsista que eu estendir a mão, que se não fosse por mim, estaria dormindo na rua e sem comer, porque tinha saído da casa do primo tarado?! Nossa! É assim que você me agradeci, roubando meu marido?

Isadora: Eu já disse que não é assim, Dona Mirely. Por favor, deixa eu explicar…

Mirely: Meu Deus, meu Deus – Diz muito nervosa – Você sabia disso Gedeon? – Pergunta ela e ver o filho confirmando com a cabeça – Então porque não me falou nada?

Gedeon: Mãe, quando eu vi aquela cena horrível desses dois se agarrando nesse sofá, a primeira coisa que eu pensei foi em te contar. Mas Isadora, não sei como, descobriu meu caso com o Caio e me chantagiou. E eu com medo, mãe, foi o medo que me paralisou e fiquei calado!

Mirely: (MUITO NERVOSA) EU NÃO QUERO ESCUTAR MAIS NADA! – Grita – Vão embora de uma vez. Vocês dois. E me deixam em paz logo. Você também meu filho, vão! Vão, e sejam felizes. Eu vou para o meu quarto, e quando eu sair de lá, não quero ver mas ninguém aqui, entendeu? Ninguém! – Muito abalada, Mirely vai para seu quartro e se tranca nele.

Todos se entreolham. Em seguida Gedeon vai para seu quarto arrumar suas coisas, e logo depois César e Isadora também. 

CENA 03 – PENSÃO – QUARTO 39  

Depois de já está acomodado na nova moradia, Cristiano abre e porta e beija Magali, que entra:

Magali: Meu amor, eu não acreditei quando você mandou a mensagem com esse novo endereço. Porque você veio pra cá?

Cristiano: Não dava mais pra viver sob o mesmo teto que minha mãe, Magali! Pra Dona Luma, ela é sempre a dona da razão! Como tava sem grana, foi o único lugar que consegui pagar.

Magali: Oh meu Deus, e tudo isso por minha casa…Se não fosse o Zildo, eu te levava pra lá. Ai que ódio! Se eu já tivesse formada, tudo seria tão diferente.

Cristiano: Calma. Não precisa se culpar. Daqui a pouco você se forma, eu consigo um emprego e nós vamos nos casar e viver nossa vida. Chega de viver preso na barra da saia da minha mãe. Eu quero liberdade, Magali. Eu quero comprar algo e dizer que foi com o suor do meu própio trabalho. E eu sei que vou conseguir. E se você me ajudar, vai ser muito mais fácil.

Magali: Oh, mas é claro que vou te ajudar, Cris! Te amo meu gostoso (Risos) Vamos ficar sempre juntos. Sempre! – Diz e beija o amado, que lentamente lhe joga na cama.

CENA 04 – FACHADA PRÉDIO MIRELY – EXTERIOR – NOITE

César e Isadora estão saindo do prédio, com suas respectivas malas na mão. Um olha para o outro, e não sabem pra onde ir. César para um táxi e se prepara para entrar:

Isadora: Espera aí – Diz puxando César pelo braço – Pra onde é que você vai?

César: Vou seguir o meu caminho.

Isadora: E eu?

César: Isso não me interessa mais!

Isadora: (Surpresa) O que? Eu não acredito que você vai fazer isso comigo…

César: No que você acredita, ou deixa de acreditar, não faz a menor diferença pra mim. Fica bem, tá? Até qualquer dia – Diz em seguida entra no táxi, que parti.

Isadora fica ali, no meio da rua de malas na mão e com o coração partido. Ela chora, mas prende o choro. Tenta ligar para sua amiga, Drica, mas o celular descarregada. Ao olhar para os lados, ela não sabe o que fazer, então começa a andar pelas ruas, sem rumo e chorando. Um choro de raiva, de arrependimento, e também de dor. Uma dor na alma. 

CENA 05 – MANSÃO GARCIA – SALA – INT

Luma está tomando um vinho. Sentada elegantemente na maior tranquilidade. Karla chega rapidamente e vai direto subindo as escadas em direção ao quarto:

Luma: Êpa! Volta aqui minha filha. Aonde você pensa que vai?

Karla volta, e se direciona a mãe.

Karla: Mãe, eu tô muito cansada. Tive um dia cheio hoje, tá? Só quero dormi.

Nesse momento, Paco, que estava atrás de uma curtinda, puxa karla e lhe coloca uma mordaça na boca. Pêga de surpresa, ela se bate e começa enquanto olha pra mãe.

Luma: Calma, minha filha, calma. É para o seu bem!

Karla olha fundo nos olhos da mãe, sem entender. E fica surpresa quando ver Jaciane, surgir também no local.

Jaciane: Confortável aí, Karla? Eu sei que você adora falar. Mas ouvir os outros, é muito bom também! Segura ela, Paco. Porque agora, é eu e você! – Diz ao se aproximar, ficando diante da jovem.

CORTA PARA: 

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Clichê Adolescente 3 – Capítulo 17 (Última Semana)

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA 

DIREÇÃO DE VINNY LOPES  

228 - Cópia - Cópia (6)

Luma está sentada no sofá, quando percebe a chegada do filho.

Luma: Ah, muito bem. Finalmente você aparece em casa! Já deixou aquela pobretona no lugar dela?

Cristiano: A senhora não fale assim da Magali não! Fica tão preocupada comigo, mas a Karla também anda sumida, e a senhora não diz nada, né?

Luma: O assunto aqui não é a Karla, é você! Pelo amor de Deus, Cristiano. Será que isso é um carma? Primeiro a sua irmã se envolve com um favelado, agora você também quer trazer uma pobretona pra nossa família. Mas eu não vou permitir! Eu não vou permitir, ouviu bem? – Diz alterada.

Cristiano: (Gritando) Mas o favelado da Karla, era um bandido! A Magali é uma mulher honesta. E é com ela que eu vou me casar. Quer você queira, quer não!

Luma: Vai ter que passar por cima de mim primeiro! E claro, se conseguir passar, perde a herança.

Cristiano: Eu não preciso, e não quero essa sua herença. Eu tenho meu emprego, sou modelo, esqueceu?

Luma: Patrocinado por mim.

Cristiano: Eu arranjo outra coisa. Se todo mundo consegue se virar, porque eu não? Mas pra mim chega! Aqui eu não fico mais!

Luma: Como é que é?

Cristiano: É isso mesmo que a senhora ouviu. Eu vou sair de casa, e pra nunca mais voltar!

Luma: Não! Você não pode abandonar sua mãe – Diz completamente frustada – Você não pode fazer isso.

Cristiano: Desculpe, mas não dá mais pra viver sob o mesmo teto de uma pessoa que não se importa com a minha felicidade e prefere ficar presa a esse convensionalismo idiota de que só porque sou rico, não posso me casar com alguém de uma classe inferior. Chega, mãe! Eu quero a minha liberdade. E é o que eu vou ter, a partir de hoje!

Cristiano vai em direção a seu quarto. Luma sente-se mal, e senta no sofá. As palavras de seu filho, lhe atingiu como um punhal e ela não pôde conter o choro. Ao descer as escadas com uma mala na mão, Cristiano olha fundo nos olhos de sua mãe. Ela não fala nada, e ele derrama uma lágrima. Em seguida, se direciona até a porta, e vai embora. 

CENA 02 – APTO CAIO – DIA SEGUINTE – MANHÃ

Caio estava dormindo quando escuta a campainha. Ele levanta morrendo de sono, e vai até a porta, bem devagar. Ao abrir, dá de cara com Gedeon.

Caio: Amor! – Diz sorrindo.

Gedeon: Você não disse para eu vim? Então, aqui estou eu (risos).

Caio: Só não imaginava que fosse tão cedo, né? – Diz e puxa Gedeon pra dentro, fechando a porta em seguida.

Gedeon: Tive que vim cedo. Aproveitei que meus pais e a sonsa da Isadora, tinha acordado, e vim logo.

Caio: Sonsa? Mas porque sonsa?

Gedeon: A vaca daquela aluna que mami colocou lá em casa, está tendo um caso com o meu pai, você acredita?

Caio: Meu Deus, amor. E porque você não contou tudo pra ela?

Gedeon: Eu ia falar, mas não posso! A vadia da Isadora, sabe que de nós dois. Eu dei bobeira e ela descobriu. Se eu contar, ela me desmascara também, e como esse apê ainda não é seu, é capaz de eu ir parar na rua.

Caio: Foi exatamente por isso que eu te chamei aqui! Não se preocupe mais com isso, amor. Ontem a noite fechei negócio com o dono do apê. Consegui a grana, e ele agora é meu. Você já pode vim pra cá a hora que quiser!

Gedeon: Sério?! Que maravilha, meu amor!!! – Diz vibrando de alegria.

Gedeon pula nos braços do namorado e é rodado por ele.

Caio: Agora, sim. Vai ser somente eu e você!

Gedeon: Não vejo a hora, barbudinho. Te amo!

CENA 03 – CASA MARCOS – QTO HÓSPEDE

Marcos: E então, gostaram? – Diz após mostrar o quarto onde André e Adriano vão dormi.

André: Nossa, é muito grande, Marcos. Poxa cara, nem sei como lhe agradecer. Só esse quarto, acho que era o tamanho toda nossa outra casa (Risos)

Marcos: (RISO) Também não exagere, cara. Naquela casa, tenho certeza que você passaram bons momentos. Afinal, foi lá que você foram criados, não foi?

Andriano: É, mas foi morando lá, que a gente passou a pior fase da nossa vida! Não. Prefiro esquecer e recomeçar aqui. Tem piscina?

Marcos: Tem sim! No fundo da casa.

Adriano sai.

André: Não ligue pra ele. O Adriano ainda é novinho, não é muito maduro.

Marcos: Deixe ele. Não tem problema nenhum (Riso).

André: Poxa, cara. Não sei nem como vou agradecer tudo isso que você fez por mim – Diz e coloca as mãos sobre o ombro de Marcos – Me dá dinheiro, deixar eu tomar aula na sua escola de música de graça, me convidar pra morar com você. Putz. É demais!

Marcos: Não ia conseguir ficar aqui sozinho. Depois que a vagabunda da Samara foi embora, essa casa aqui, ficou grande demais pra mim! E eu já lhe disse que não precisa me agradescer. Apenas aproveitar a chance que eu lhe dei e se tornar um grande violinista já ta bom. (Riso)

André: Então pode deixar. Prometo que não vou lhe decepcionar.

Os dois riem. Em seguida saem do quarto, pois Marcos vai terminar de mostrar a casa. 

CENA 04 – HOTEL – QTO

Dado está agoniado. Ele anda de um lado para o outro totalmente iquieto.

Dado: Droga! – Diz dando um soco na parede – Eu não vou consegui ficar preso aqui por muito tempo. Com certeza a Jaciane tá armando alguma nova arapuca pra me pegar. Não adianta eu ficar aqui! Mais cedo ou mais tarde, eles me acham!

Totalmente pertubado, Dado em alguma solução. 

CENA 05 – MANSÃO GARCIA – SALA DE ESTAR

Com dor de cabeça, e ainda preocupada com Cristiano, Luma está deitada no sofá. A sirene toca e sua empregada vai atender. Ao se dá conta, percebe a presença de duas pessoas estranhas já no meio de sua sala:

 Luma: Mas o que é isso? Que invasão é essa?

Jaciane: É a senhora que é a socialite Luma Garcia do Amaral?

Luma: Sou eu sim, porque? – Diz ao levantar-se.

Jaciane: É com a senhora mesmo que eu quero falar! Temos um assunto urgente pra tratar com você, e eu acho que é do seu interesse – Diz ela, que está ao lado de Paco.

Luma questiona-se confusa, ainda sem consegui entender o que estava acontecendo.

CORTA PARA: 

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Clichê Adolescente 3 – Capítulo 16 (Última Semana)

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA 

DIREÇÃO DE VINNY LOPES  

228 - Cópia - Cópia (6)

CENA 01 – HOTEL – QUARTO – TARDE

Karla e Dado acordam entrelaçados um ao outro. A cama está toda bagunçada.

Karla: Nossa! O sol já tá alto. Com certeza já deve ser mais de meio-dia.

Dado: Não me espanto nada que seja. Depois do tanto que a gente bricou – Diz beijando-a novamente.

Karla: Hummm. Claro. A gente tinha que comemorar a sua liberação daquela cadeia imunda. E comemoramos da melhor forma possível, não foi? (Risos).

Dado: E como. (Riso) Mas e agora? – Diz se levantando da cama – Onde é que eu vou ficar? Como vai ficar a nossa história agora, marrentinha? Tenho certeza que a vaca da Jaciane vai querer fazer alguma coisa pra me prejudicar de novo.

Karla: Calma, Dado. Uma coisa de casa vez! Eu acho que o único jeito vai ser você ficar aqui! E pode ficar tranquilo, que eu mesma vou pagar!

Dado: Aqui nesse hotel? Você quer que eu fique aqui, preso em um quarto de hotel?

Karla: Você foi solto ontem, meu amor. É melhor ficar quieto, sumido, por alguns dias. Ou você prefere voltar para aquela favela de quinta que você mora, onde é muito mas vizado e tem outros vários traficantes querendo tua cabeça também, hein?

Dado: É…Eu sei que você tem razão! Mas você à de concordar que vai ser muito díficil pra mim ficar preso em um quarto de hotel, vendo a vida passar pela janela.

Karla: Não exagere! É só por um tempo. Se eu pudesse, te levaria pra novamente pra minha casa, mas não dá. Então, esse é o único jeito! Mas fica tranquilo meu amor, eu venho te ver todos os dias, e assim que tudo esfriar, a gente sai e esfregua nossa felicidade na cara do mundo (Riso).

Dado: Será?

Karla: Pode ter certeza!

Dado lhe pega pela cintura e os dois se beijam loucamente. Seus corpos são levados novamente para cama e ali voltam a transar. 

CENA 02 – APARTAMENTO CAIO – SALA

Caio está se despedindo de seu advogado, totalmente feliz.

Caio: O senhor, tem certeza, não é?

Advogado: Fica tranquilo, Seu Caio. O senhor já assinou toda a papelada, e agora o imóvel já lhe pertence. Vou levar isso até o atual propietário, e pronto!

Caio: Obrigado! Não, eu nem sei como agradecer. Tenha uma boa tarde! – Diz e fecha a porta.

Euforico, Caio pega seu celular e liga para Gedeon.

Caio: Amor? Gê, dá um jeito de vim aqui em casa hoje a noite. Tenho uma coisa muito importante pra te falar. Ainda não posso dizer o que é. É supresa! Mas é boa. É uma notícia, muito boa – Diz morrendo de felicidade. 

CENA 03 – COBERTURA DE PACO – SACADA

Jaciane está na sacada da cobertura de Paco, fumando, depois de ter transado com seu cumplíce. Paco vem devagar por trás, e pega Jaciane pela cintura.

Paco: Pensando em que, minha loira?

Jaciane: No que aconteceu ontem. Você sabe que não me dou por vencida assim tão fácil. O Dado pode ter levado a melhor ontem, mas amanhã, já é outro dia…

Paco: E eu posso saber o que você está planejando?

Jaciane: (SE VIRA) É simples! Precisamos é de um aliado poderoso. Andei pesquisando na internet e já descobrir que a patrcinha mimada que tá com ele, é filha de uma socialite de grande influência no mercado. Com certeza ela não deve saber que a filha está se envolvendo com um bandido, e se tiver, não deve concordar nenhum pouco.

Paco: E pelo que eu entendi, a gente vai até a casa dela, tentar trazer a coroa para o nosso lado, não é isso?

Jaciane: Exatamente! Eu vou acabar com o Dado, Paco. Escreve o que eu tô dizendo! Enquanto eu estiver viva, feliz, ele não será!

Em seguida, leva novamente o cigarro até a boca e beija Paco. 

CENA 04 – CASA DE ZILDO – SALA – NOITE

Zildo está recolhendo os incenços e as almofadas do chão, enquanto Luara está em pé ao lado o observando.

Luara: Oh, Zildo…Aquele lance que o Alas falou sobre você está afim de mim, é verdade?

Zildo vira-se e olha no fundo dos olhos dela:

Zildo: Depende. Você gostaria que fosse?

Luara: É ou não é?

Zildo: …..É, talvez essa não seja a melhor hora para falarmos disso. Já está tarde, você tem que ir, daqui a pouco a Magali chega também…Não acha melhor deixarmos esse assunto pra outro dia?

Luara: Tudo bem! Mas se quiser, nem precisa mais responder. A resposta, já está nos seus olhos – Diz e lhe dá um beijo no rosto. Em seguida sai, e bate a porta.

Zildo fica surpreso, e completamente paralisado. 

CENA 05 – MANSÃO GARCIA – SALA

Luma está sentada no sofá, quando percebe a chegada do filho.

Luma: Ah, muito bem. Finalmente você aparece em casa! Já deixou aquela pobretona no lugar dela?

Cristiano: A senhora não fale assim da Magali não! Fica tão preocupada comigo, mas a Karla também anda sumida, e a senhora não diz nada.

Luma: O assunto aqui não é a Karla, é você! Pelo amor de Deus, Cristiano. Será que isso é um carma? Primeiro a sua irmã se envolve com um favelado, agora você também quer trazer uma pobretona pra nossa família. Mas eu não vou permitir. Eu não vou permitir, ouviu bem? – Diz alterada.

Cristiano: (Gritando) Mas o favelado da Karla, era um bandido! A Magali é uma mulher honesta. E é com ela que eu vou me casar. Quer você queira, quer não!

Luma: Vai ter que passar por cima de mim primeiro? E claro, se conseguir passar, perde a herança.

Cristiano: Eu não preciso, e não quero mas a sua herença. Eu tenho meu emprego, sou modelo, esqueceu?

Luma: Patrocinado por mim.

Cristiano: Eu arranjo outra coisa. Se todo mundo consegue se virar, porque eu não? Mas pra mim chega! Aqui eu não fico mais!

Luma: Como é que é?

Cristiano: É isso mesmo que a senhora ouviu. Eu vou sair de casa, e pra nunca mais voltar!

CORTA PARA: 

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Clichê Adolescente 3 – Capítulo 15 (Últimos Capítulos)

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA 

DIREÇÃO DE VINNY LOPES  

228 - Cópia - Cópia (6)

CENA 01 – CADEIA – CELA DADO – NOITE

Jaciane vem se aproximando. Paco está ao seu lado. Do lado de dentro da cela, Dado vê a ex namorada:

Dado: O que você veio fazer aqui, Jaciane? Rir dá minha derrota?

Jaciane: Muito mais que isso, meu caro. Quero saber se está gostando do tratamento que preparei pra você. Um tratamento vip, digno de uma estrela!

Dado: Deixa de ser irônia!

Paco: Cala a boca, rapaz! Quando a dama fala, o cachorro abana a orelha.

Jaciane: É isso aí. E se depender de mim, você não vai sair daqui tão seu cedo!

Karla chega nesse momento acompanhada de seu advogado:

Karla: Pois é aí que você se engana! O Dado vai sair daqui sim, querida. E hoje mesmo!

Jaciane se vira supresa e olha pra Karla. As duas se encaram.

Jaciane: Eu posso saber quem é essa praticinha?

Karla: A mesma que você ligou pra falar que tinha feito corvadia com o Dado.

Jaciane: Ah, então é você que é a otária que caiu na rede desse malandrão?

Karla: Otária é você! Uma mal amada que em ver de partir pra outra, gosta tanto do peixe dele, que não consegue esquecer, né meu bem? Pois saiba que hoje mesmo ele sai daqui, e o peixe dele vai ser todo meu. Só meu.

Jaciane: (Riso irônico) E eu posso saber como?

Karla: Simples: a ordem está aqui, na mão do meu advogado. Não tem mas nada que impeça ele a sair.

Jaciane: Não é possível. Como assim? O Dado foi preso por tráfico de drogas!

Karla: Pra você ver como a justiça no Brasil é uma droga, né?! E que um bom advogado, consegue tudo. Tudo!

O advogado entrega a decisão do juiz para Paco e ele é obrigado a abrir a cela liberando Dado. Jaciane fica morrendo de raiva, enquanto Karla corre para os braços de seu amor, para beija-lo.

Karla: Eu te amo, meu malandro!

Dilson: Eu também te amo, minha maluquinha maluca (Risos). Seu amor, me transformou e eu só tenho a agradecer por ter entrado em minha vida.

Os dois se beijam apaixonados. Jaciane e Paco cochicham um para o outro:

Jaciane: Se não pode ficar assim! Você precisa fazer alguma coisa.

Paco: E eu vou fazer. Calma! O que é dele, tá guardado! 

CENA 02 – CASA DE MIRELY – SALA – DIA SEGUINTE – MANHÃ

Mirely está se preparando para sair. Isadora está pegando seus livros e César está sentado no sofá lendo um jornal:

Mirely: Vamos embora, Isadora! Não podemos chegar atrasa. Você tem prova hoje, não é?

Isadora: É sim, Dona Mirely.

Ao abrir a porta, Mirely dá de cara com o filho que vem chegando.

Mirely: Gedeon? – Diz espantada – Meu filho, você não dormiu em casa? Mas porque?

Gedeon: Preferi não voltar pra casa. Não estava afim de voltar pra casa e me enjoar com o que via – Diz encarando Isadora, que abaixa a cabeça e olha pra César.

Mirely: Porque meu filho? Algum comida lhe caiu mal?

Gedeon: Não, mãe. Fique tranquila! Vá para o seu trabalho e fica em paz.

Mirely se despede do filho e em seguida sai com Isadora. Gedeon está cansado, e seu pai lhe chama:

César: Meu filho…Será que agora nós podemos conversar?

Gedeon: Eu não quero conversar, pai. O que eu vi ontem entre você e a sonsa da Isadora, me dá nojo. Nojo! – Diz e vai para seu quarto.

CENA 03 – CASA ZILDO – SALA

Zildo está em pé. Luara e Alas estão arrumando o chão para mais uma meditação:

Zildo: Mas se a Magali pensa que vai levar essa história de se casar com aquele playboy, ela está muito engana!

Alas: E você vai fazer o que? Ih, pelo visto que ela chegou aqui ontem com o cara, parece que estão decididos mesmo. Não tem jeito, Zildo. Aceita que doi menos.

Luara: Desculpa eu me meter, sem sou apenas a guia espirtual, mas…Deixa sua irmã ser feliz. Olha, com o homem daquele, eu não pensaria duas vezes. Enfrenta até o papa pra poder ficar junto.

Zildo: (MEIO ENCIUMADO) Mas aquele riquinho metido a besta, não é de nada. Você merece coisa muito melhor minha flor – Diz aproximando-se dela.

Luara: Ah, é? Quem por exemplo?

Alas: Avá! (Riso) Vai dizer que tu ainda não sacou que o Zildo tá afim de você, Luara?

Zildo pega uma almofada e joga no amigo.

Alas: Qual é, meu irmão? Vai negar é?

Zildo: Tu cala tua boca, se não eu te pego rapá. Eu te pego! – Diz e sai correndo atrás do amigo, fazendo uma verdadeira bagunça.

Luara fica olhando tudo e achando graça, mas atenta, e prestando atenção em Zildo, lhe observando da cabeça aos pés. 

CENA 04 – CASA ANDRÉ – SALA – TARDE

André chega da faculdade e encontra seu irmão assistindo TV. Ele coloca os livros na mesa, para ir tomar banho, quando seu celular toca. Ao atender se surpreende com o que ouve:

André: Como é que é? Morar na sua casa? Mas a troco de que?…Sei…Haham. Poxa, mas então eu aceito com maior prazer meu amigo. Não se preocupe, arrumo minhas coisas agora mesmo e vou direto para aí. Abraço!

Adriano: O que foi, meu irmão? Quem era?

André: Era o Marcos, mano. Agora que ele se separou da Samara, ele quer que a gente vá morar lá, acredita?

Adriano: Morar no apartemento dele? – Diz animado – André, você precisa aceitar cara. Não é todo dia que a gente acha um amigo pra dividir a casa não.

André: Eu já acertei, vei. Vamos arrumar nossas coisas e ir pra lá agora. Mas trate de se comportar lá, viu? O Marcos é bom, mas é brabo. É brabo! (RISADAS).

CENA 05 – HOTEL – QUARTO

Karla e Dado acordam entrelaçados um ao outro. A cama está toda bagunçada.

Karla: Nossa! O sol já tá alto. Com certeza já deve ser mais de meio-dia.

Dado: Não me espanto nada que seja. Depois do tanto que a gente bricou – Diz beijando-a novamente.

Karla: Hummm. Claro. A gente tinha que comemorar a sua liberação daquela cadeia imunda. E comemoramos da melhor forma possível, não foi? (Risos).

Dado: E como. (Riso) Mas e agora? – Diz se levantando da cama – Onde é que eu vou ficar? Como vai ficar a nossa história agora, marrentinha? Tenho certeza que a vaca da Jaciane vai querer fazer alguma coisa pra me prejudicar de novo.

Karla: Calma, Dado. Uma coisa de casa vez! Eu acho que o único jeito vai ser você ficar aqui! E pode ficar tranquilo, que eu mesma vou pagar!

Dado: Aqui nesse hotel? Você quer que eu fique aqui, preso em um quarto de hotel?

Karla: Você foi solto ontem, meu amor. É melhor ficar quieto, sumido, por alguns dias. Ou você prefere voltar para aquela favela de quinta que você mora, onde é muito mas vizado e tem outros vários traficantes querendo tua cabeça também, hein?

CORTA PARA: 

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Clichê Adolescente 3 – Capítulo 14 (Últimos Capítulos)

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA 

DIREÇÃO DE VINNY LOPES  

228 - Cópia - Cópia (6)

#HOJE: GEDEON FLAGRA PAI COM AMANTE ABRIGADA PELA MÃE

CENA 01 – CASA DE MIRELY – SALA – TARDE

César e Isadora, não resistiram e se entregaram a paixão ali mesmo, na sala. Cobertos apenas por um lençol, eles se beijam, mas nessa hora, Gedeon adentra pela porta e faz o flagra:

Gedeon: Pai? Isadora? Meu Deus…O que significa isso? – Diz totalmente em choque.

César e Isadora se olham.

César: Calma, meu filho. Não é nada disso que você está pensando – Diz enquanto se levanta tentando se cobrir. Em seguida, corre para o quarto.

Gedeon: Eu não acredito! Eu sabia que você era uma vadia. E pelo visto não me enganei. Como é que você foi capaz de fazer uma coisas dessas? Trair a confiança da minha mãe, uma mulher que te deu uma chance, a diretora da faculdade onde você tá, que se não fosse ela estaria na rua.

Isadora: Você não pode me julgar! Eu sei tudo que sua mãe fez por mim, e sou muito grata a ela.

Gedeon: Não parece! Eu vou contar tudo pra ela. Vou acabar com você, sua vagabunda!

Isadora: (BAIXO) Diz. Diz mesmo, e eu aproveito e conto que o filho dela, tem um caso com outro homem que mora em um apartamento no bairro de copacabana – Diz ao se aproximar dele.

Gedeon para. Ele pensa bem e vê que não vale a pena correr o risco. Com ódio nos olhos ele diz:

Gedeon: Você não vale nada!

César volta do quarto, dessa vez vestido.

César: Pronto, meu filho! Agora a gente pode conversar melhor.

Gedeon: Eu não quero conversar com você. Me esquece! – Diz e sai batendo a porta com raiva.

César: E agora? Ai meu Deus, meu casamento acabou. Ele deve ter ido direto pra faculdade contar tudo pra ele.

Isadora: Fique tranquilo. Ele não vai fazer nada. Eu lhe garanto! Já dei um jeito nisso.

César: Como assim? O que você fez?

Isadora: Logo logo você vai saber. Tenho certeza que a farsa do seu filho, já já vem a tona. Nada fica escondido por muito tempo. Nada! 

CENA 02 – ESCOLA DE MÚSICA – SALA DOS INSTRUMENTOS

Marcos está esperando alguma explicação depois de ter visto Samara alisar a nuca de André.

Marcos: Então, Samara. Você pode me explicar que aula é essa que esta aqui?

André: Marcos, por favor, eu não fiz nada…

Marcos: (CORTA) Não precisa falar nada, André. Eu vi muito bem que foi a cachorra da minha mulher, que foi pra cima de você. Quero ouvir da boca dela. Fala samara! Assuma logo de uma vez!

Samara: (SE APROXIMA DO MARIDO) Assumir o que? Eu só tenho uma coisa pra sumir: que você é um babaca! Um otário, que sempre foi um idiota, mas queria tirar onde de machão. Um bocó que eu só me casei, porque queria sair daquela merda de favela em que eu fui criada. E você, com esse espírito de sempre acreditar e querer ajudar as pessoas, acreditou que eu tava realmente apaixonada por você.

André: Pelo amor de Deus, não fale uma coisa dessas, Samara.

Marcos: Deixa André. Eu quero ouvir ela falar. Fala tudo de uma vez. Joga pra fora tudo que está aí dentro, vai.

Samara: Você quer que eu fale mas o que? Se eu tava dando em cima do André? Tava sim! E quer saber: ele é muito mas bonito, mais tesudo, e mais gostoso que você. E com certeza deve ser muito melhor de cama também, porque só é olhar pro corpo desse homem que eu fico louca.

Marcos: Chega! Cala a boca! (DÁ UM TAPA NA CARA DELA) – Furioso, ele pega a esposa pelo o braço e a expulsa – Some daqui, sua vagabunda! Se eu sou esse inúltio todo, então se manda e vai pra longe de mim. Desapareça!

Marcos joga Samara na calçada que depois que levanta começa a ri ironicamente. Ela chama um táxi e entra. Marcos chora e André lhe apoia:

André: Calma, cara. Não fica assim. Ela não te merecia!

Marcos: Porque isso, André? Porque? – Diz se debulhando em lágrimas. 

CENA 03 – CASA DE ZILDO – SALA – NOITE

Zildo e Alas estão meditando. Luara canta o mantra e não percebe que Zildo está de olho no decote dela. Nesse momento, Magali chega em casa de mãos dadas com Cristiano:

Magali: Ops! – Diz ao perceber que os irmãos estão meditando.

Luara: Silêncio. Não vamos interromper!

Magali: Quê interromper, que nada! A senhora não está vendo que o Zildo não tira o olho do seus peitos?

Zildo: Tá maluca, Magali? – Diz abrindo os olhos e se fazendo de desentendido.

Alas: Hahaha! Tomou, papudo!

Zildo: O que esse cara está fazendo de novo com você, posso saber, magali?

Magali: Eu vim aqui dizer que eu e o Cristiano assumimos o namoro e em breve vamos casar. Agora é oficial, e não tem nada que você possa fazer!

Zildo:  Hã? – Diz boquiaberto com a novidade.

CENA 04 – CADEIA – CELA DADO

Jaciane vem se aproximando. Paco está ao seu lado. Do lado de dentro da cela, Dado vê a ex namorada:

Dado: O que você veio fazer aqui, Jaciane? Rir dá minha derrota?

Jaciane: Muito mais que isso, meu caro. Quero saber se está gostando do tratamento que preparei pra você. Um tratamento vip, digno de uma estrela!

Dado: Deixa de ser irônica!

Paco: Cala a boca, rapaz! Quando a dama fala, o cachorro abana a orelha.

Jaciane: É isso aí. E se depender de mim, você não vai sair daqui tão seu cedo!

Karla chega nesse momento acompanhada de seu advogado:

Karla: Pois é aqui que você se engana! O Dado vai sair daqui sim, querida. E hoje mesmo!

Jaciane se vira supresa e olha pra Karla. As duas se encaram.

CORTA PARA: 

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Clichê Adolescente 3 – Capítulo 13 (Últimos Capítulos)

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA 

DIREÇÃO DE VINNY LOPES  

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#HOJE: MAGALI REVELA SER POBRE PARA SOGRA LUMA

CENA 01 – DELEGACIA – SALA DE VISITAS – NOITE

Karla está de costas. Agoniada e anciosa pra saber o que está acontecendo. O delegado Paco, abre a porta e trás Dado algemado. Karla se vira:

Karla: Meu Deus, Dado. O que fizeram com você? – Diz abismada ao ver o rosto de Dado todo rosto, resultado do tratamento vip que Jaciane mandou Paco dá a ele.

Dado: Me tira daqui, maluquinha. Por favor! Se eu ficar mas um dia aqui, eu morro.

Karla olha fixo para Dado, com lágrimas nos olhos. Paco sai da sala, e aguarda do lado de fora.

Karla: Mas o que fizeram com você, Dado? Eles não podem te tratar desse jeito! – Diz se aproximando dele e alisando o seu rosto.

Dado: Foi a Jaciane. Aquela desgraçada é amiga do delegado e pediu pra eles fazerem isso comigo.

Karla: Mas, quem é Jaciane? Por acaso é aquela mulher que ligou pra mim e eu acabei ouvindo sua voz no fundo?

Dado: Ela mesma. Foi ela quem me trouxe pra cá, Karla. Ela que estava me sabotando o tempo todo escondido. A vez que nós dois fomos presos, a denúncia que me fez fugir e ficar na sua casa, tudo foi ela que fez pra se vingar.

Karla: Mas porque ela quer fazer isso? Afinal, quem é essa mulher mesmo, Dado?

Dado: É…Ela foi minha ex namorada.

Karla: Namorada? Você nunca me disse que tinha tido uma namorada.

Dado: Foi muito antes de te conhecer, maluquinha. Na verdade a Jaciane e eu, estávamos morando juntos, só que ela engravidou. Na época, meu valores era apenas ganhar mais e mais dinheiro, e nada mais importava pra mim. Não queria ter aquele filho, também não queria ter aquela responsabilidade e obriguei ela a abortar. Aí depois ela foi embora e nunca mas vi. E agora, quando menos espero, ela aparece querendo acabar com a minha vida.

Karla: Calma, meu amor, calma! – Diz beijando ele – Eu vou te tirar daqui. Eu sou rica, tenho advogados! Não vou deixar ninguém acabar com sua vida, tá? Nós estamos juntos sempre, meu malandro.

Os dois se beijam e em seguida se abraçam forte. Paco abre a porta nesse momento, e interrompe o momento dos dois:

Paco: O tempo de visita, acabou! Moça, me acompanhe por favor – Diz e vem trazendo Karla até a porta, enquanto ela olha fixamente para o amado prometendo que irá lhe soltar.

CENA 02 – MANSÃO GARCIA – SALA DE JANTAR

Luma continua pressionando Magali, e ela já não aguenta mais fingir ser quem ela não é.

Luma: Querida, você não vai me dizer mesmo o nome da sua agência, é?

Cristiano: Ela vai sim, né amor? – Diz encarando Magali.

Magali: Não vou não, Cristiano. Pra mim, chega! Não vou ficar me fazendo ser uma pessoa que não tem nada haver comigo. Eu sou o que sou, e se sua mãe não gostar de mim, problema dela.

Luma: Mas o que é isso? Eu posso saber o que está acontecendo aqui?

Magali: A senhora já sabe muito bem. Ou pensa que eu não sei que você ficou me botando contra a parede justamente porque já tinha sacado? Eu sou pobre sim, mas foi justamente por essa pobretona aqui, que o seu filho se apaixonou.

Luma: Meu filho, como você pôde ter descido tão baixo? Que nível…Não quero você com isso aí, de maneira nenhuma!

Magali: Olha, pra mim já deu. E eu estou indo embora agora se você não tomar alguma atitute, Cristiano.

Cristiano: Mãe, eu sinto muito. Mas a senhora aceitando ou não, eu amo a Magali e é com ela que eu quero ficar!

Luma fica pasma com aquela afirmação. Ela senta na cadeira ainda em choque:

Luma: Filho, você tem certeza? É isso mesmo que você quer?

Cristiano: Eu não tenho dúvidas. Eu amo a Magali de verdade, e é com ela que eu quero ficar. Não tem nada que possa fazer! – Diz pegando a moça pela braço, e saíndo com ela.

Luma está engessada. Mais um filho fugiu dos planos dela, e ela não sabe onde errou.

Luma: Meu Deus…Eu devo ter jogado pedra na cruz. Só pode ser!

CENA 03 – CASA DE MIRELY – SALA – NO DIA SEGUINTE – MANHÃ

Mirely está saindo de casa para a faculdade. Isadora fica pois não está se sentindo bem. César e Gedeon se despedem da mulher, que sai:

Gedeon: Bom, eu também vou sair.

César: E porque não pegou a carona de sua mãe, meu filho?

Gedeon: Não, ela vai para um caminho que é totalmente diferente do meu.

César: E qual é o seu caminho?

Gedeon: Vou visitar alguns boy magia…não, quer dizer (Limpando a garganta) Umas amigas minhas. Tchau papi – Diz e bate a porta soltando beijinhos.

Isadora olha atravessado, pois já está sacando tudo. César, por sua vez, fica cada vez mais impaciente em relação a sua atração pela empregada:

César: Agora que o Gedeon saiu, a gente vai poder aproveitar muuito – Diz se aproximando dela, que recua.

Isadora: Não, eu acho melhor não!

César: Mas porque não? Se o principal a gente já fez e aliás, eu não consigo tirar da cabeça.

Isadora dá um simples sorriso. 

CENA 04 – APARTAMENTO DE CAIO – COPACABANA

Caio está jogado no sofá e a campainha toca. Ele atende ansioso e ao abrir, se alegra por vê Gedeon. Os dois se abraçam forte.

Caio: Ah, mas que saudades que eu estava de você, Gê. Como é que foi lá na França?

Gedeon: Eu também meu barbudinho, tava morrendo de saudades – Diz e alisa a pequena barba dele – Lá na França foi ótimo. Eu queria ter vindo ontem mesmo te ver, mas a minha mãe, o meu pai, até uma emprega tem lá, acredita? Aí ficou difícil sair.

Caio: Tô louco pra conseguir comprar logo esse apê, e te trazer pra cá, pra morar comigo. Quero tanto construir nossa vidinha juntos…

Gedeon: Ai, eu também. Se eu pudesse jogar tudo pro alto e assumi logo quem eu sou, de verdade…Mas não dá. Eu tenho conciência disso. O importante é que eu sei esperar e que nosso amor é forte. Por isso logo logo, estaremos juntinhos aqui.

Caio: Sim, pode apostar!

Os dois riem juntos e começam a fazerem cocégas um no outro. 

CENA 05 – FACULDADE FUTURO CERTO – PÁTIO

Karla e Vivian estão conversando enquanto andam:

Vivian: Então, aquela mulher que te ligou é a ex namorada do Dilson que quiz se vingar dele? Nossa, que maluco!

Karla: Exatamente! Eu também não acreditei. Mas se você visse a cara do Dilson…Nossa! inacreditável! A cachorra mandou o delegado, que é amigo dela, dá um tratamento vip pro Dilson. E você sabe como é esse tratamento vip, né? Ah, se eu fico cara a cara com essa mulher…

Vivian: E você vai fazer o que?

Karla: Já falei com meu advogado hoje mesmo. E ele vai tirar o Dilson de lá. E depois que ele sair, eu vou assumi-lo. Chega de esconder. A gente se ama e ele prometeu que vai mudar. É isso que eu quero, e é isso que eu vou fazer! 

CENA 06 – ESCOLA DE MÚSICA – TARDE

André está animado com sua segunda aula. Ele toca seu violino feliz, quando Samara se aproxima:

Samara: E aí, já está expert no toque, gatão? – Diz susurrando no ouvido dele.

André: (Reagindo) Samara, por favor, você está me atrapalhando e eu não queria ser incoviniente com você.

Samara: Mais porque? Olha, tem um lugar aqui dentro que a gente pode ficar super a vontade.

André:  Eu não quero! Eu respeito você, respeito o Marcos, respeito a chance que ele me deu. E não quero, não vou jogar isso fora. Ele não merece isso. Nem da minha parte, nem da sua.

Samara insiste e passa a mão pela nuca do rapaz. Nesse momento, Marcos aparece e ver a cena:

Marcos: Que brincadeira é essa? Será que eu posso saber qual é essa aula que vocês estão fazendo aí?

Samara tira a mão rápido. André engole em seco. 

CENA 07 – CASA DE MIRELY – SALA

César e Isadora, não resistiram e se entregaram a paixão ali mesmo, na sala. Cobertos apenas por um lençol, eles se beijam, mas nessa hora, Gedeon adentra pela porta e faz o flagra:

Gedeon: Pai? Isadora? Meu Deus…O que significa isso? – Diz totalmente em choque.

César e Isadora se olham.

CORTA PARA: 

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Clichê Adolescente 3 – Capítulo 12 (Últimos Capítulos)

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UMA NOVELA DE LUCAS OLIVEIRA 

DIREÇÃO DE VINNY LOPES  

228 - Cópia - Cópia (6)

#HOJE: DETIDO, DADO É TORTURADO NA DELEGACIA

CENA 01 – DELEGACIA – SALA DO DELEGADO

Paco chega com Dado algemado. Em seguida, ele tira suas algemas e seus pertences. Os carcereiros pegam ele para levar, mas antes, Jaciane interrompe:

Jaciane: Espera! – Diz e se aproxima de Dado – Antes eu quero que você passe agora o número daquela patricinha vagabunda que estava com você naquele dia.

Dado: A Karla? Pra quer você quer o número dela?

Jaciane: Não é da sua conta! Você não está em condição de fazer nenhuma pergunta. Diz logo, qual é o número da piranha? – Diz tirando seu celular do bolso.

Com raiva, Dado diz o número e Jaciane liga para Karla. Paralelo a isso, Karla está com Vivian quando seu celular vibra. Ela atende:

Karla: Alô?! Quem fala?

Jaciane: Karla, querida. Tenho uma novidade pra você.

Karla: Novidade? Por acaso eu lhe conheço?

Jaciane: Não! Mas a pessoa que está aqui do meu lado, sim.

Dado grita:

Dado: Não liga pra essa vagabunda não, maluquinha!

Karla ouve e se assuta:

Karla: Dadinho? Meu Deus! Afinal, o que é que está acontecendo?

Jaciane: Vem aqui na Delegacia do delegado Paco Araújo que você vai saber queridinha. Garanto que terá uma surpresa, só não pode dizer que é agradável. (ELA DESLIGA O CELULAR).

Karla fica em choque. Percebendo o estado da amiga, Vivian se preocupa:

Vivian: O que foi, Karla? Que cara é essa?

Karla: Eu não sei, eu não sei. Uma mulher falando que era pra eu ir na delegacia. Eu ouvir a voz do Dado, Vivian. Tô indo pra lá agora! Depois você liga pra minha mãe avisando que eu chego em casa mais tarde. Tchau! – Diz apressada, pegando a bolsa e indo embora.

Vivian: Tá bom! Se cuida, e me dá notícias. (GRITA). 

CENA 02 – MANSÃO GARCIA – SALA DE JANTAR – NOITE

Cristiano e Magali estão sentados. Ela está sem jeito e toda arrumada. Luma ainda não desceu do quarto.

Cristiano: Tá assustada, amor?

Magali: Tô sim. Essas roupas, esses acessórios…Não são pra mim!

Cristiano: Calma meu amor. Vai dá tudo certo. Daqui a pouco a mamãe desce e você faz tudo que a gente combinou, ok?

Magali: Apensar de eu está nervosa, deixe comigo, amor. É por nós dois!

Cristiano: Só espero que seu irmão maluco, não apareça aqui fazendo escândalo.

Magali: Ah, não, não. Fique tranquilo. O amigo dele arranjou uma guia espiritual gostosona, e o Zildo está doidinho por ela. Fica babando o tempo todo – Risos.

Nesse momento, Luma desce as escadas em um modelito que exibe luxo e glamuor. Magali olha atravessada. Não se sente como ela, mas tem que fingir que sim:

Luma: Desculpe a demora, mas é que a ocasião merece algo especial, não é verdade? Afina, estou conhecendo a namorada do meu filho. Como é seu nome mesmo, querida? Trabalha com o que?

Magali: (NERVOSA) É, eu me chamo Magali Soares Lima. Sou empresária. Dirigo uma grande empresa de moda.

Luma: E qual o nome da empresa?

Cristiano e Magali se entreolham nervosos:

Magali: É…O nome da empresa?

Luma: Sim. O nome da empresa! É que eu conheço quase todas as empresas de modas do Rio de Janeiro. Quem sabe eu não já tenha frequentado a sua?

Magali: É verdade. Pode ser! (Riso sem graça)

Luma: Mas e então?

Magali: E então o que?

Luma: Qual é o nome de sua empresa? Tô esperando…

Magali olha novamente para Cristiano. Soa frio, Treme. Pois não sabe o que fazer. 

CENA 03 – CASA DE MIRELY – SALA DE JANTAR

César, Mirely e Gedeon estão animados, jantando. Isadora ao canto da mesa.

Mirely: Ai, eu estou tão feliz, porque meu filho está de volta.

Gedeon: Eu também, mami. Já não aguentava mas de saudade dos meus papitos.

César: Bom, já estou cheio. Pode levar o meu prato e se retirar, Isadora.

Isadora: Sim, senhor! – Diz recolhendo o prato do patrão e indo até a cozinha.

Isadora sai. O celular de Gedeon toca. Ele sai da mesa e vai até a cozinha atender. Isadora está lavando os patros e ele fica distante. Atente o celular, e fala bem baixo:

Gedeon: Eu não posso falar agora, Caio. Estou em meio a um jantar familiar. Amanhã eu vou no seu apartamento em copacabana, e a gente mata a saudades, tá?

Atenta, Isadora está prestando atenção e ouve tudo disfarçadamente, ficando absmada:

Gedeon: Agora vou ter que desligar. Te amo, meu amor. Beijos! – Diz e desliga o celular.

Ele volta para a mesa. Isadora fica na mesma, como se não estivesse escutado nada.

Isadora: Caio? Apartamento em copa? Caraca!! (Riso) Estou chocada.

CENA 04 – CASA DE ANDRÉ – SALA

André está conversando com seu irmão no sofá.

Adriano: Então, mano. Como é que foi seu primeiro dia na escola de música?

André: Foi ótimo! Amanhã eu vou depois que sair da faculdade. O Marcos é super gente boa e já me deu uma grana pra a gente comer e pagar as contas desse mês. O problema é a mulher dele…

Adriano: O que tem ela?

André: Não sei. Achei ela meio esquisita. Ficou com um papo estranho, uns olhares…Eu não sei, mas eu tive a leve impressão que aquela Samara estava dando em cima de mim.

Adriano: Ihh, cuidado! Se o Marcos te pega com a mulher dele, adeus amizade, adeus curso e adeus grana!

André: Eu não sou nenhum maluco, né? Pode deixar, eu sei me cuidar muito bem.

CENA 05 – DELEGACIA – SALA DE VISITAS

Karla está de costas. Agoniada e ansiosa pra saber o que está acontecendo. O delegado Paco, abre a porta e trás Dado algemado. Karla se vira:

Karla: Meu Deus, Dado. O que fizeram com você? – Diz abismada ao ver o rosto de Dado machucado, resultado do tratamento vip que Jaciane mandou Paco dá a ele.

Dado: Me tira daqui, maluquinha. Por favor. Se eu ficar mas um dia aqui, eu morro.

Karla olha fixo para Dado, com lágrimas nos olhos.

(Tema Dado & Karla)
CORTA PARA: 

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